Fuga(z)

o espontâneo, o pormenor, o retrato, o sentido - "Quem poderá deter o instante que não para de morrer?" (Sophia M.B. Andresen)

quarta-feira, abril 26, 2006

















A luz que quis ver...não vi
Pela claridade sufocante do meu ser
A luz que não quis ver...vi
No espectro suspeito...entre o ser e o não ser
Na luz que não quis ver vi...fragmentos de mim*

5 Comments:

At 4:04 da tarde, Blogger Llew said...

esse tenrinho... bah é mesmo tenrinho! eheh

 
At 7:55 da tarde, Anonymous Anónimo said...

A Rita foi à fonte
Buscar gotas de imaginação
E pensou que tinha encontrado
A mais perfeita solução.

Criou um blog para escrever
Suposto espaço de devaneio
Mas com tanta merda escrita
Até a Joana se veio.

Sabes quem sou eu?
A GIRA da tua escola
A melhor poetisa do mundo
Que passa a vida a snifar cola.

ahahahah

 
At 10:15 da tarde, Anonymous joana said...

amei ta lindo o poema... lololol rita mete posts deste a serio lolol*** ps: sim a foto tá gira:P
ps2: oh guida não me vim nada

 
At 11:39 da tarde, Blogger neu said...

Eu também gostei da foto... gostei do poema... gostei da Rita que aqui encontro!!!!

Beijos da neu

 
At 10:25 da tarde, Blogger prl said...

o poema acima deixou-me de rastos e fez-em repensar toda a minha vida..

 

Enviar um comentário

<< Home